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  • Qual o futuro dos Conjuntos de Manobra de Média Tensão?

Business team

Para aproveitar as capacidades das redes inteligentes de nossos dias, a indústria elétrica deve estabelecer novos critérios para conjuntos de manobra. Os conjuntos de manobra da era das redes inteligentes precisam ser mais "inteligentes digitalmente", flexíveis, compactos e capazes de resistir a ambientes desfavoráveis.

Mas a indústria é, por sua natureza, conservadora e lenta para adotar alterações em sua tecnologia, incluindo conjuntos de manobra de média e alta tensão.

Por que isso? Inovações tecnológicas aparecem aproximadamente a cada 20 anos, mas os conjuntos de manobra podem durar até 40 anos como uma arquitetura válida para redes tradicionais de transmissão e distribuição de energia centralizadas (T&D). O que é mais importante, os operadores de T&D precisam de estabilidade que podem torná-los hesitantes na implantação de mudanças. E existe ainda a curva de aprendizado: A manutenção e reparo de tais dispositivos de longa vida são mais fáceis para as equipes de serviço se não houver alteração na tecnologia.

Com esses fatores em jogo, não é surpreendente que algumas empresas concessionárias de energia enfrentem desafios ao adaptar seus conjuntos de manobra para atender às necessidades das redes inteligentes.

O básico das redes inteligentes
As redes inteligentes têm dois objetivos principais:
• Otimizar o equilíbrio entre a demanda e oferta de energia
• Integrar mais energias distribuídas e renováveis

Atender a esses objetivos significa instalar tecnologia digital que permita comunicação de duas vias entre a distribuidora de serviços e seus clientes, e entre os dispositivos ao longo da rede transmissão e distribuição e a central de operações de rede. Todavia, grande parte da infraestrutura elétrica de hoje, incluindo conjuntos de manobra, possibilita apenas o simples fluxo unidirecional de comunicação válida para a produção de energia centralizada.

Imagem 1: Quadros de comutação Modulares 2SIS oferecem maior flexibilidade para acomodar as aplicações de rede inteligente


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Quadro de comutação de média tensão e redes inteligentes

Ainda que a física dos conjuntos de manobra permaneça basicamente a mesma, a tecnologia está mudando, bem como a forma de otimizá-la para a rede inteligente. Examinando as características de uma rede inteligente, é possível ter uma percepção de como o conjunto de manobra pode atender a este desafio.

Redes inteligentes incluem mais disjuntores na rede elétrica. Incluir disjuntores nos enlaces das redes de distribuição é uma forma eficiente de reduzir o número de clientes afetados por uma interrupção e reduzir o tempo que leva para restaurar a energia. 

O controle remoto se torna vital. Conjuntos de manobra com controle remoto e recursos de monitoramento são essenciais para a comunicação de duas vias, automação dos alimentadores e redes de auto restabelecimento, bem como para otimizar cargas ao longo da rede de distribuição. A melhor abordagem é atualizar as subestações de baixa e média tensão, implantando conjuntos de manobra de média tensão controláveis remotamente, sempre que possível. 

Sensores de baixo consumo e medidores digitais melhoram o controle e o monitoramento.Transformadores de corrente de baixa potência (LPCTs) e transformadores de tensão de baixa potência (LPVTs) podem substituir transformadores de tensão e corrente pesados. Os transformadores de tensão de baixa potência de hoje em dia oferecem sensores de corrente inovadores que permitem um maior grau de controle e monitoramento ao longo da cadeia de proteção. Além disso, uma visão em tempo real da energia disponível é crucial nas aplicações de rede inteligente e exigirão a instalação de mais medidores de potência associados aos sensores.

A modularidade é essencial. O conjunto de manobra se tornará mais distribuído por toda a rede inteligente, e o conjunto de manobra modular atenderá às exigências de flexibilidade.

Tabela 1:

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Com a evolução das redes inteligentes, a inteligência digital permitirá que as concessionárias de serviços vejam, meçam e controlem o que acontece ao longo das redes. O controle remoto, que depende da inteligência digital, pode otimizar a manutenção e evitar as dispendiosas visitas de serviço de campo feitas pelos profissionais.

Com mais fontes de energia distribuída e renovável integrando as redes inteligentes, passa a ser crucial monitorar e medir a capacidade de equilibrar a oferta e a demanda.

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